quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sonhadora

Sonhadora


Judith

Não olhe assim

Não fique triste

Pois este não é o fim

Judith, acredite!


Escute bem o que vou lhe dizer

É sobre o poder do sonho

Não o da padaria

Mas o sonho da fantasia!


Sonhar pode transformar

O gosto de suas conquistas

De uma azeda coca sem gás

Para um delicioso McFish!


Ju, nós nunca seremos perfeitos

Mas teremos sempre o poder de sonhar

Aquela energia vibrante

Que supera obstáculos

E nos leva adiante


Faça muito do pouco!

Sim, desperte seu imaginário criativo

E admire este universo expansivo!


Hoje acordei e me deparei

Com seus olhos sonhadores

Neles reluziam flores

De um jardim infindável

Uma obra prima imaginável!


Belos sonhos!

Tanto sonhei

Que me transformei

Num rei!


E a Judith?

Ah, ela sonhou tanto

Que virou Afrodite!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Tanto Faz

E quando olhamos
E tudo que imaginamos
Que seria pra sempre
Talvez não seja

Talvez nossos olhos vejam
Que aquela pessoa que seria perfeita
Já não seja

E aquela garota
Que você nunca deu atenção
Roubou teu coração

E tantos sonhos
Tantas alegrias
Não passaram de fantasias

E aquela sua música favorita
Já não é tão boa assim
E você, que jurou nunca pensar assim...
E você que jurou nunca deixar de gostar de mim?

O dia chegou, enfim
Histórias chegaram ao fim

E quando a Vivo
Deixou de ser operadora
Para entrar no ramo imobiliário
Ao oferecer a melhor cobertura do país?

E quando reencontrou
Uma velha amizade
E notou que nada ali mudou
E não compreende
Por que até na falta de novidade
A vida te surpreende?

Ou quando se pegou falhando
Em toda aquela lista
De coisas que se julgava especialista?
E chegou a conclusão de que nada daquilo
Fazia sentido

Por que sofrer tanto
Se tudo tem caráter transitório?
Se o que almeja hoje
Tanto faz amanhã?

Quando leu o livro pela 10ª vez
E tudo estava tão diferente
Um novo universo se formava
Em sua mente

E toda sua certeza
Foi levada pela correnteza...

E o que fora desprezado
Hoje é venerado
Como explicar o passado?

Por mais que a gente tente
Não há quem invente
Uma explicação para o presente
A única verdade é a que se sente

E a verdade que eu sinto neste instante
É que nessa vida existe apenas uma constante:
Tudo muda!

E se você parar pra pensar
Que tudo que você tem
Foi a vida que te deu
E tudo amanhã ela pode tirar

Parece absurdo sofrer com isso
Podemos continuar a lutar
Mas sabendo lidar
Que pouco controle temos nesta história
E aprender a admirar
O espetáculo que é a vida!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Poesia de Amor

Já é madrugada

A luz do meu quarto ainda está acesa

Meus versos incompletos estão sob a mesa

Aguardando uma luz que sirva de alento

Para o meu sentimento


Encontrei uma pessoa

Uma beldade de admirável simplicidade

Descobri uma dançarina

De aura cristalina

Que me faz navegar

Nessa linha tênue da amizade


Assim como os mistérios

Do reflexo lunar

Sobre as águas do mar

Me deparo com teu olhar

Igualmente belo

Que me cativa a te decifrar


Teu sorriso

É um paraíso!

Me remete a provar

Os diferentes sabores

Mesclados às cores

De uma paixão a nível

De um sentimento indescritível


Se fiz estes poemas

De sublime inocência

Devo confessar-te

Que também os fiz por sua influência


Não tenho controle

Sobre estes versos

Eles apenas expressam

O que está imerso

Em meu universo


Aonde foi parar

O meu equilíbrio

Depois de conhecer você

Razão de tanto fascínio?


Amiga, hoje li uma frase:

O amor é o triunfo da imaginação

Sobre a inteligência

Deve ser por isso que

Por mais que eu a espere com paciência

Dura uma eternidade

Esta fase


Que não passa

Fase de fantasia

Sua presença é o meu dia

Minha alegria!


Me diga,

Como posso me acalmar

Se num instante

Tudo pode mudar?


Não posso deixar para depois

O que seria a história

De nós dois


Vou me arrepender

Se não fizer você ver

O que há por trás dessa inspiração


Que, aliás, devo agradecer

Por este novo ímpeto criativo

De fazer poesia com coração


Moça, se consegui até este momento

Viver assim

É porque sinto

Que, pelo menos, parte de você

Gosta de mim


Espero que este momento

Não tenha fim

Quando este se for

Será o início das lembranças


Lembranças do dia

Que a esperança

Não foi em vão

Minha amiga, você

Laçou meu coração!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Poesia pro JMU

Hoje é dia de viagem

Fui para o estacionamento do La Salle

Lá encontrei o Aurélio Gaúcho

Que perguntava onde estava

Seu Kadett

Cadê tchê? Cadê tchê?


O trem que nos levará

A um mundo novo

Já vai partir


Não para de entrar gen

Neste trem

A primeira a entrar é a Marilen


Logo avisto a Lara

Que veio com a Clara

Acompanhada do David

E de sua irmã gema!


O trem já partiu

E a banda começa a tocar

Olhando para o baixo, vi a Luísa

Olhando para baixo, vi a Elisa

E todos cantam

A música do trem


O trem está de vento em popa

Ou melhor, de vento em popas


Aproveitei a ocasião

Para contar a piada

Dos animais que perderam um quilo

São os ex-quilos

Uma homenagem

Ao Alexandre Milquilos


Olhei para o lado

E fiz uma rima

Com a Lorrane Lima


Ouço uma conversa

O assunto é Loppiano

É o André e a Camila Cipriano


O trem para em Goiânia

Entra o Rafael, Murilo, Thâmile

E mas que surpresa! Stefânia

Vem logo atrás

Rindo como ninguém mais


Paro pra tomar um chá de erva cidreira

Me lembro da caloura eco

Ana Paula Oliveira de Oliveira


Não achei rima pra Duda

Mas sei que Marina

Rima com Margarina!


É momento de descontração

Todos se perguntam

Quem roubou pão na casa do João?

Por incrível que pareça

Foi o outro João

Que iria doar o pão

Para a Economia de Comunhão


Próxima estação, Palmas

Veja quanto astral!

Chegaram o Lucas e o Marcelo Amaral

Em seguida, vejo Taís Parpinelli

Que senta e conversa

Com Camila Nery!


Chega de conversa fiada

Conto uma piada

A Lílian não gostou

E se afastou!


Peguei o note do Rogério

Mandei um tweet pra Cris

Era a piada da cobra que um dia foi giz


Saí do Twitter

E entrei no Face

Para ouvir uns conselhos da Gleice


Desliguei o note

E me deparei com um brinquedo

Que faz unidade

Era um Cubel mágico!


A noite chegou

Para dormir a galera estava contando carneiro

Eu contei pelo menos dois

O João e a Miriam

Que estavam ao meu lado


No fim, encontrei Luiz Andrzejewski

A poesia não terminei

Pois rima não encontrei

Um Nobre Gesto

Qual o preço de se ajudar

sem esperar nada em troca?

Estive refletindo sobre essa atitude

Dotada de um notável grau de pureza

Certamente uma virtude

De rara natureza!


Onde quer que eu olhe

Vejo apenas uma terra árida

Na qual falta alegria

Uma sociedade pálida

Que cultiva a apatia


Um dia conheci alguém que se dizia altruísta

Sem perceber, segui sua pista

No entanto, deparei-me com um dissabor

Em suas ações, não havia amor

Mas uma alma egoísta


Mais adiante, encontrei meu primo

Deprimido

Ele me dizia que nada mais fazia sentido

Faltava-lhe esperança

Levei-o para o Parque da Cidade

Semear cartões da unidade


Tudo o que ele teria de fazer

Era uma semente

Passar pra frente!


Ter a audácia

De tomar uma ação

Contra essa falácia

De que, neste mundo, não há salvação


Ele me procurou no dia seguinte

Disse-me que uma lição aprendeu

Ao meu êxtase, respondeu:


Se um dia julgarem tua ação

Dirás que nada é feito em vão

Mas o que importa é sua intenção

Não importando a resolução

Se o ato foi feito de coração


E foi com essas palavras

Que meu primo fez deste nobre gesto

Um manifesto

Poesia Espiritual para o Mariapolital

Mãe, to indo para Anápolis

Conheci o ideal da unidade

Que pode transformar minha cidade


Mãe, desde menino

Tudo o que eu peço

É que meu destino

Seja um caminho de sucesso


Gozar da tranquilidade

Dessa vida que propõem a santidade

Santa idade

Viver o verdadeiro sentido da amizade

Fazendo parte de uma comunidade


No café da manhã

Ou no futebol a noite

Ficar indiferente

É correr contra a corrente


Pois ser jovem é ter energia

Para a cada dia realizar a revolução do amor

É ter alegria

E provar deste doce sabor


Chiara Luce?

Chiara lutou!

Lutou pela vida

Encontrou uma saída

Chiara amou!


O sim de Deus nós já temos

E nós, o que fazemos?

Nós respondemos

Este é o sim do homem

Adeus!



(Luís Felipe Valle Coelho e Gabriel Dröse Schwanz)

Sorrir

Sorrir

Hoje eu quero sorrir, amigo!
Sentir a graça de um programa infantil
Sorrir a quem passa e ser gentil
Amanhã eu quero ser feliz contigo!

Sorrir para quem está ao lado
a cerimônia do lábio
Para abrir o coração armado

Este, sim, clama por ser desarmado
utilizar-se do modo mais sábio
Para cobrir o coração desamado.

Sorrir de uma piada
feita com coração
Como a do milk shake de porco
feito com leitão!
Eis aqui uma piada suína!
Uma piada genuína!


(Luís Felipe Valle Coelho)