sexta-feira, 29 de julho de 2011

Poesia pro JMU

Hoje é dia de viagem

Fui para o estacionamento do La Salle

Lá encontrei o Aurélio Gaúcho

Que perguntava onde estava

Seu Kadett

Cadê tchê? Cadê tchê?


O trem que nos levará

A um mundo novo

Já vai partir


Não para de entrar gen

Neste trem

A primeira a entrar é a Marilen


Logo avisto a Lara

Que veio com a Clara

Acompanhada do David

E de sua irmã gema!


O trem já partiu

E a banda começa a tocar

Olhando para o baixo, vi a Luísa

Olhando para baixo, vi a Elisa

E todos cantam

A música do trem


O trem está de vento em popa

Ou melhor, de vento em popas


Aproveitei a ocasião

Para contar a piada

Dos animais que perderam um quilo

São os ex-quilos

Uma homenagem

Ao Alexandre Milquilos


Olhei para o lado

E fiz uma rima

Com a Lorrane Lima


Ouço uma conversa

O assunto é Loppiano

É o André e a Camila Cipriano


O trem para em Goiânia

Entra o Rafael, Murilo, Thâmile

E mas que surpresa! Stefânia

Vem logo atrás

Rindo como ninguém mais


Paro pra tomar um chá de erva cidreira

Me lembro da caloura eco

Ana Paula Oliveira de Oliveira


Não achei rima pra Duda

Mas sei que Marina

Rima com Margarina!


É momento de descontração

Todos se perguntam

Quem roubou pão na casa do João?

Por incrível que pareça

Foi o outro João

Que iria doar o pão

Para a Economia de Comunhão


Próxima estação, Palmas

Veja quanto astral!

Chegaram o Lucas e o Marcelo Amaral

Em seguida, vejo Taís Parpinelli

Que senta e conversa

Com Camila Nery!


Chega de conversa fiada

Conto uma piada

A Lílian não gostou

E se afastou!


Peguei o note do Rogério

Mandei um tweet pra Cris

Era a piada da cobra que um dia foi giz


Saí do Twitter

E entrei no Face

Para ouvir uns conselhos da Gleice


Desliguei o note

E me deparei com um brinquedo

Que faz unidade

Era um Cubel mágico!


A noite chegou

Para dormir a galera estava contando carneiro

Eu contei pelo menos dois

O João e a Miriam

Que estavam ao meu lado


No fim, encontrei Luiz Andrzejewski

A poesia não terminei

Pois rima não encontrei

Um Nobre Gesto

Qual o preço de se ajudar

sem esperar nada em troca?

Estive refletindo sobre essa atitude

Dotada de um notável grau de pureza

Certamente uma virtude

De rara natureza!


Onde quer que eu olhe

Vejo apenas uma terra árida

Na qual falta alegria

Uma sociedade pálida

Que cultiva a apatia


Um dia conheci alguém que se dizia altruísta

Sem perceber, segui sua pista

No entanto, deparei-me com um dissabor

Em suas ações, não havia amor

Mas uma alma egoísta


Mais adiante, encontrei meu primo

Deprimido

Ele me dizia que nada mais fazia sentido

Faltava-lhe esperança

Levei-o para o Parque da Cidade

Semear cartões da unidade


Tudo o que ele teria de fazer

Era uma semente

Passar pra frente!


Ter a audácia

De tomar uma ação

Contra essa falácia

De que, neste mundo, não há salvação


Ele me procurou no dia seguinte

Disse-me que uma lição aprendeu

Ao meu êxtase, respondeu:


Se um dia julgarem tua ação

Dirás que nada é feito em vão

Mas o que importa é sua intenção

Não importando a resolução

Se o ato foi feito de coração


E foi com essas palavras

Que meu primo fez deste nobre gesto

Um manifesto

Poesia Espiritual para o Mariapolital

Mãe, to indo para Anápolis

Conheci o ideal da unidade

Que pode transformar minha cidade


Mãe, desde menino

Tudo o que eu peço

É que meu destino

Seja um caminho de sucesso


Gozar da tranquilidade

Dessa vida que propõem a santidade

Santa idade

Viver o verdadeiro sentido da amizade

Fazendo parte de uma comunidade


No café da manhã

Ou no futebol a noite

Ficar indiferente

É correr contra a corrente


Pois ser jovem é ter energia

Para a cada dia realizar a revolução do amor

É ter alegria

E provar deste doce sabor


Chiara Luce?

Chiara lutou!

Lutou pela vida

Encontrou uma saída

Chiara amou!


O sim de Deus nós já temos

E nós, o que fazemos?

Nós respondemos

Este é o sim do homem

Adeus!



(Luís Felipe Valle Coelho e Gabriel Dröse Schwanz)

Sorrir

Sorrir

Hoje eu quero sorrir, amigo!
Sentir a graça de um programa infantil
Sorrir a quem passa e ser gentil
Amanhã eu quero ser feliz contigo!

Sorrir para quem está ao lado
a cerimônia do lábio
Para abrir o coração armado

Este, sim, clama por ser desarmado
utilizar-se do modo mais sábio
Para cobrir o coração desamado.

Sorrir de uma piada
feita com coração
Como a do milk shake de porco
feito com leitão!
Eis aqui uma piada suína!
Uma piada genuína!


(Luís Felipe Valle Coelho)